Os Fundos Imobiliários e os Bancos têm liquidez recorde para investir em tijolos. No entanto, o papel (CRI/CCB) aceita tudo, o canteiro de obras não. Quando o fundo libera milhões para uma incorporação, o maior medo do gestor é o desvio de finalidade, o estouro do orçamento ou o cronograma atrasado. Sem “olhos no chão”, o risco de crédito dispara.
A construtora reporta um avanço que não condiz com a realidade física da obra.
Liberar recursos sem atestar se os materiais foram comprados e aplicados compromete o lastro da operação.
Gestoras de recursos não têm (e não devem ter) engenheiros rodando o Brasil para fiscalizar concretagem.
Nós somos o cão de guarda da operação. É com um monitoramento físico-financeiro implacável que nossa equipe técnica cruza o que foi gasto com o que foi efetivamente construído. O seu fundo só autoriza o crédito quando o nosso laudo atestar a evolução real da obra.
Na Capital Finance, atuamos como elo de confiança entre o mercado financeiro e a economia real. Nossa missão é transformar dados técnicos de engenharia em relatórios estratégicos de governança, garantindo que cada milhão alocado se transforme, de fato, em um ativo imobiliário valorizado.
Oferecemos a transparência necessária para que o seu comitê de crédito tome decisões baseadas em evidências reais do canteiro, e não apenas em projeções de papel.
Muitas gestoras enfrentam o desafio de liberar recursos mensais em operações de securitização sem uma visão clara da aplicação no canteiro. Nossa intervenção estratégica elimina essa assimetria de informação através da implementação do Watchdog Capital Finance:
Realizamos visitas para certificar que aportes anteriores foram 100% aplicados na evolução física do projeto.
Com o lastro validado por um laudo independente, o fundo ganha segurança para manter o fluxo financeiro sem interrupções.
O incorporador mantém o cronograma planejado, com cada centavo desembolsado devidamente auditado e validado.