Fundos de Investimento em Participações (FIP-IE) e bancos estão ávidos por financiar parques solares e de biogás. O modelo financeiro no Excel é impecável. Porém, no mundo real, o retorno do investimento depende inteiramente da performance técnica da usina. Um painel mal instalado ou uma fundação mal feita podem destruir a Taxa Interna de Retorno (TIR) do fundo.
Aprovar crédito baseado apenas no plano de negócios do desenvolvedor (EPCista), sem avaliar a realidade do projeto de engenharia.
Falta de gestão no canteiro de obras gera atrasos na geração de caixa do ativo.
Riscos regulatórios e técnicos na conexão com as distribuidoras de energia.
Antes da liberação do crédito, fazemos a Due Diligence Técnica, apontando os riscos do projeto. Durante a construção, atuamos como Watchdog, validando as medições de obra, a qualidade dos equipamentos importados e atestando que a usina será entregue no prazo.
Oferecemos ao mercado financeiro a auditoria técnica independente necessária para viabilizar o Project Finance em ativos renováveis. Antes da liberação do crédito, entregamos uma Due Diligence Técnica que aponta os riscos reais do projeto. Durante a construção, atuamos como Watchdog, validando medições, atestando a qualidade dos equipamentos e garantindo que a usina seja entregue no prazo para gerar a performance esperada.
Pense em um banco que precisa aprovar crédito para um parque solar baseado apenas no plano de negócios do desenvolvedor. O risco de falhas de execução no canteiro pode destruir o retorno do fundo. Nossa solução atua para mitigar esse cenário:
Realizamos uma auditoria técnica sobre o integrador e o projeto, evitando aditivos contratuais indesejados.
A liberação de recursos é estritamente vinculada ao sucesso de cada etapa física, validada por nossa equipe independente.
Asseguramos que o ativo performe conforme o planejado, garantindo que a geração de caixa suporte o serviço da dívida e os dividendos aos cotistas.